Romeu Bettencourt

Nasceu na ilha açoriana de S. Miguel. Já adolescente foi viver para o Porto, foi lá que Romeu Bettencourt, atualmente se encantou com as “construções em metal” das aulas de ourivesaria da Escola Artística Soares dos Reis.

Aí surgiu, segundo diz, “o fascínio e o gosto pelas joias”. não hesitou em matricular-se em joalharia na Escola Superior de Arte e Design (ESAD), em Matosinhos. O trabalho de final de curso levá-lo-ia a ser selecionado para a Schmuck, a feira internacional de joalharia contemporânea, em Munique, o que fez com que as suas peças corressem mundo.

Em 2016, o prémio revelação da Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal (AORP), que venceu, confirmou depois que estava no caminho certo. Romeu Bettencourt tem, um ateliê no último piso do edifício da AORP.

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Com linhas simples e sofisticadas, saem anéis, brincos, pulseiras e fios em prata de onde saem peças únicas. Sem serem, parecem quase fragmentos mecânicos. O trabalho é maioritariamente manual e soldado fio por fio. Da marca, criada há 18 meses, Conquest é a coleção mais recente, inspirada nas velas dos botes baleeiros dos Açores. Joias cuja linguagem é geométrica e minimalista, mas sedutoramente feminina. A construção remete-nos para os princípios da engenharia.